(Foto: Vítor Silva/Botafogo)

Fonte: Lance.

Em semana que será marcada por eleição alvinegra, auxiliar Emiliano Díaz e demais integrantes se propõem a evidenciar o potencial do elenco que têm à sua disposição.

A sensação de apatia voltou a tomar conta do Botafogo em uma semana para lá de tensa no clube. Prestes a eleger seu novo presidente (o pleito acontecerá nesta terça-feira), o Alvinegro viu, na derrota por 2 a 1 para o Fortaleza, no último domingo, no Estádio Nilton Santos, reflexos de uma equipe com dificuldades para encontrar um facho de luz, sair do Z4 do Brasileiro e se recuperar emocionalmente.


No decorrer dos 90 minutos, o Glorioso teve chances de investidas se esvaírem por receio dos atletas de cometerem erros. Além disto, a equipe voltou a deixar espaços em seu setor defensivo, que custaram a derrota para o Tricolor do Pici, um adversário direto na luta contra a degola. 
Diante de um contexto tão pesado, Emiliano Díaz, auxiliar técnico do Glorioso, ratificou a confiança no elenco que ele e seu pai (o técnico Ramón Díaz) têm à disposição para a sequência do Brasileiro.


-  Sabíamos, no primeiro momento, que seria difícil. Mas temos otimismo, acreditamos no elenco. Neste momento, temos de falar pouco e trabalhar. Dar o nosso máximo. Sabemos que não será fácil - declarou, em entrevista coletiva após o revés por 2 a 1 para o Fortaleza, no último domingo, no Nilton Santos.


O oitavo jogo sem vitória do Alvinegro (considerando as partidas pelo Campeonato Brasileiro e pela Copa do Brasil) deixou algumas preocupações no setor ofensivo. Mesmo com a experiência de Keisuke Honda e Kalou, a equipe raramente transformava o domínio territorial em oportunidades claras. O maior lampejo veio do marfinense, quando escapou da marcação e esticou para Caio Alexandre finalizar. 


O poderio ofensivo foi renovado na etapa final graças a um esperado retorno: após 11 meses fora dos gramados se recuperando de uma lesão, Marcinho tornou produtivas as bolas alçadas para a área. Mas logo as falhas defensivas se sobressaíram e causaram os dois gols do Fortaleza. 
Um leve alento veio de um outro jogador saído do banco na reta final: Warley trouxe um sinal de garra, diminuiu o placar e injetou ânimo na reta final. Mas o "abafa" já era tarde e a falta de entusiasmo já falara mais alto. 
Em semana que será de pleito no Botafogo, a comissão técnica alvinegra terá dias decisivos para a comissão técnica de Ramón Díaz recuperar a autoestima dos seus comandados.

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