Negros aparecem em apenas 34% dos anúncios em redes sociais.

A médica Thelma Assis, vencedora do BBB20, é uma das poucas negras a emplacar vários anúncios de grandes anunciantes nas principais redes sociais nesse período de pandemia de covid-19
Foto: Divulgação.

Fonte: Terra.

Levantamento mostra que LGBTs e pessoas com alguma deficiência também são pouco representados na publicidade online.

Pesquisa realizada pela consultoria de inteligência de mercado e relacionamento digital Elife, em parceria com a agência de soluções criativas SA365, confirma a pouca diversidade racial nas peças publicitárias nas redes sociais brasileiras.
De acordo com os promotores do levantamento, houve queda de 10% na visibilidade de negros na comparação com 2018. Uma sub-representação gritante. Pretos e pardos representam 56% da população do Brasil.
Essa distorção da realidade social e do perfil dos consumidores na escalação do elenco de anúncios deve mudar. A recente onda de protestos antirracistas pelo mundo fará as agências de publicidade reverem a presença de negros nas campanhas criadas a seus clientes.
O mesmo estudo indicou a baixa representatividade de outro grupo alvo de preconceito: os LGBTs. Apenas 4% dos anúncios online de grandes anunciantes tinham figuras públicas assumidamente gays, lésbicas ou afins, ou alguma representação afetiva dessa minoria.
Os asiáticos (1%) e as pessoas com algum tipo de deficiência (3%) também apareceram pouco na publicidade veiculada nas redes sociais no ano passado. Os indígenas não foram vistos em nenhum dos mais de 5 mil anúncios analisados.

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Categoria:Famosos

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