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Arlindo Cruz, após sofrer AVC, vai à praia pela primeira vez e registro emociona

19 SET 2018
19 de Setembro de 2018

O sambista Arlindo Cruz deixou o Brasil triste em março do ano passado, após sofrer um Acidente Vascular Cerebral (AVC).

Fonte:; Tv Foco

Arlindo Cruz (Foto

Instagram/Reprodução)

Arlindo Cruz e os filhos (Foto: Divulgação)

Depois de mais de um ano internado em estado grave, o cantor foi liberado para ser cuidado em casa, pelos familiares, especialmente Arlindinho Cruz e Flora (filhos) e a esposa Babi.

Nesta terça-feira, 18 de setembro, o herdeiro do artista usou suas redes sociais para comemorar a primeira ida do pai à praia depois de ter alta hospitalar. “Pé na areia e água de coco já tá rolando com Arlindo Cruz, tá Diogo Nogueira? E eu emocionado com cada ponto na evolução do meu guerreiro. Deus seja louvado. Ainda é tempo pra viver feliz meu pai!”, declarou Arlindinho.

Ao jornal Extra, a família abriu as portas da casa e mostrou detalhes da intimidade do cantor. Em um desses momentos emocionantes, Arlindinho canta Meu Caminho, música que fez para ele de presente no Dia dos Pais. Ao ouvir a homenagem, Arlindo ora chora, ora ri de emoção, sem ainda conseguir se expressar com palavras.

 

“No último ano, ganhei responsabilidades mil: uma outra filha (ele é pai de Maria Hellenna, de 5 anos), só que grande (a irmã, Flora, de 15); a banda; e os funcionários que passaram a depender de mim. Duas semanas após o ocorrido, voltei aos palcos com a turnê “Dois Arlindos”, que eu fazia com meu pai. Só me restou ser forte. As contas não esperam. No início, era difícil cantar as músicas dele. Chorei muitas vezes, ainda choro, porque sei das histórias de cada uma. Tudo me emociona e dá saudade […] Para mim, ele era um pai brincalhão, mas rígido. Já Flora sempre pôde tudo”, contou Arlindinho na ocasião.

 

Flora não nega a postura do pai perante a criação dos dois. “É, comigo ele sempre foi bobão, geleia (risos). E muito ciumento! Mas sempre que eu arrumava um namoradinho, era para ele que eu contava, e não para a minha mãe. Meu pai é meu cúmplice […] Aprendi a valorizar pequenas coisas. Antigamente, ele chegava de viagem, e eu não dava muita atenção. Hoje, não desgrudo dele. Acordo e já o abraço, peço a bênção… Toda hora eu vou lá e dou um beijo. É muita alegria ter meu pai de volta, em casa. Eu me cobro amar cada dia mais, curtir a presença dele”, revelou a caçula.

A mãe, Babi, revelou que tentou equilibrar as tarefas de casa, para que não consumissem tanto os herdeiros. “Eu disse a eles: ‘Essa etapa é minha, vocês não podem parar a vida por causa do seu pai”. Assumi a parte braçal, e eles vêm se doando em amor e carinho […] Ele [Arlindo] sempre foi um pai muito presente. Ia às reuniões de escola, levava ao pediatra, tomava lição, estudava junto… Poucos sabem, mas Arlindo é um excelente professor de Matemática e Física, fala francês fluentemente. A faculdade de Flora, ele deixou garantida. Sempre se preocupou com o futuro dos filhos, caso algo acontecesse com ele”, contou a mulher.

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