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Messi: "Ver Neymar no Real Madrid seria uma lástima"

16 MAI 2018
16 de Maio de 2018

Em rara entrevista a uma TV do seu país, craque argentino diz que Brasil é um dos favoritos à Copa, relembra finais perdidas com a seleção e fala sobre prêmios individuais, Barcelona, CR7, Real...


Fonte: Globoesporte.com
Messi em ação pela Argentina: craque ainda busca seu primeiro título pela seleção do seu país (Foto: Getty Images)
Messi em ação pela Argentina: craque ainda busca seu primeiro título pela seleção do seu país (Foto: Getty Images)

Avesso a entrevistas, o craque argentino Lionel Messi abriu uma exceção e recebeu em sua casa, em Barcelona, o canal argentino "TyC Sports" às vésperas da Copa do Mundo da Rússia. No bate papo, divulgado nesta terça-feira, o camisa 10 do Barça falou dos prêmios individuais, dos títulos na equipe catalã, da expectativa para o Mundial e da possibilidade de ver o amigo Neymar no maior rival.

O camisa 10 reconheceu que uma possível transferência de Neymar, seu ex-colega de Barcelona, para o Real Madrid seria "uma lástima". Atualmente no Paris Saint-Germain, para onde saiu depois de quatro anos no Barça, Neymar vem sendo especulado como possível reforço do Real, embora ainda tenha contrato em vigor com o clube francês.

- Ver Neymar no Real Madrid seria uma lástima, por tudo que significou para o Barcelona. Seria um golpe terrível para a torcida - afirmou Messi.

Vice-campeão mundial em 2014, no Brasil, e também nas duas edições da Copa América subsequentes (2015 e 2016), Messi lamentou que a torcida argentina prefira criticar as derrotas nas decisões (para a Alemanha, há quatro anos, e duas vezes para o Chile no torneio continental) do que valorizar as boas campanhas.

- Creio que isso só passa na Argentina. Em qualquer outra parte do mundo, qualquer seleção que chega a três finais seguidas é valorizada e respeitada pelo que fez. Nós, não. Nós somos uns cagões, somos frios. Só falam que chegamos às finais mas nunca conseguimos (o título) - afirmou o jogador, tentando evitar uma pressão extra pelo título mundial na Rússia.

- Um bom Mundial seria estar entre os quatro melhores. Podemos estar aí, pela história que temos. Estivemos em três finais e perdemos. É um peso que temos - reconheceu.

"Nesta última década, sentimos que temos essa obrigação de ganhar e não é assim. Não temos nenhuma obrigação com ninguém"
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